A troca de críticas entre Luana Piovani e Virginia Fonseca ganhou um novo desdobramento na madrugada desta quarta-feira (29). Após a repercussão de sua fala sobre uma suposta “maldição” envolvendo a influenciadora e seus filhos, a atriz voltou a se pronunciar — desta vez, ao compartilhar uma carta aberta escrita pela psicóloga Karina Correia.

O texto, publicado originalmente nas redes sociais, reforça as críticas direcionadas a Virginia e amplia a discussão sobre temas como responsabilidade social, apostas online e o uso da fé em discursos públicos.

Com um tom direto, a carta sai em defesa da postura de Luana. Logo no início, a psicóloga destaca o que considera coragem da atriz ao se posicionar em meio a um cenário de aparências e interesses. Segundo ela, enquanto muitos se incomodam com a forma das declarações, ignoram a realidade enfrentada por pessoas em contextos mais vulneráveis.

Na sequência, Karina argumenta que a fala de Luana rompe um silêncio social sobre questões delicadas. Para a autora, existe uma seletividade na forma como a sociedade reage a certos problemas, especialmente quando envolvem desigualdade e impactos sociais mais profundos.

O texto também traz críticas ao que classifica como contradições morais e religiosas. A psicóloga questiona o uso de trechos bíblicos fora de contexto, apontando incoerência entre discurso e prática, especialmente quando associado à promoção de plataformas de apostas e seus possíveis efeitos.

Em outro momento, a carta reforça o tom crítico ao citar passagens bíblicas para sustentar um alerta sobre consequências sociais e espirituais de determinadas condutas.

A manifestação teve impacto direto em Luana. Ao repostar a publicação, a atriz deixou claro que não pretende recuar: “Eu não vou sucumbir, eu não vou parar…”, escreveu.

A autora da carta ainda incentiva a atriz a manter sua postura firme diante das críticas, descrevendo sua voz como um ponto de ruptura em meio a padrões que, segundo ela, favorecem desigualdades.

No encerramento, o texto amplia o debate para um contexto mais social e político, relacionando o tema a situações de vulnerabilidade e violência, tanto no Brasil quanto em outros cenários, reforçando a ideia de que posicionamentos como o de Luana seguem necessários.