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Artigos

O operário e o livro

Finalmente, a Internet proporciona amplas possibilidades de fazer pesquisas, colher opiniões, ver o mundo.
Não obstante a relevância desses veículos, nenhum deles substitui o livro.
Só o livro permite o mergulho profundo no conhecimento.
O livro dialoga, questiona, provoca, desperta vôos.
Não se aprende a pensar sem a mediação do livro.
E já que o tema desta página é o livro, quero recomendar um título.
Trata-se do livro “Cartas do Pai”, escritas por Alceu Amoroso Lima para Maria Teresa, sua filha freira.
Nessa correspondência, Alceu, cujo pseudônimo literário era Tristão de Athayde, examina os fatos do dia, do Brasil e do mundo, com aquele olhar de Fé que o caracterizou sempre.
A publicação das “Cartas do Pai” é o resgate da travessia terrena de uma das mais dignas figuras da história contemporânea brasileira.
Coerente, intrépido, comprometido com o bem comum, Alceu personificou durante sua vida o catálogo de virtudes cívicas por cuja prática, na vida cotidiana, e consolidação, na consciência coletiva, deveríamos todos lutar, bravamente.

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