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Coluna da Célia Lima

Especialista mineiro alerta sobre riscos da lente de contato dental

O dentista Gustavo Menegucci explica que para o sucesso do procedimento é necessário estar atento a questões como higiene, posicionamento dos dentes e profissional escolhido

Créditos – Foto: MF Press Global

Elas viraram febre entre as figuradas da mídia que exibem, aos quatro cantos, um sorriso para ninguém colocar defeito. As lentes de contato dentárias se tornaram uma opção aqueles que buscam melhorar a autoestima e a estética do rosto, mas apesar de ser uma solução mais rápida que aparelhos ortodônticos, apresenta algumas desvantagens como irreversibilidade.

O dentista Gustavo Menegucci explica que as lentes de contato são capas de porcelana posicionadas sobre os dentes naturais, que precisam passar por uma desgaste durante o procedimento. “Apesar de ser leve, ele é realizado apenas na parte da frente do dente, mas depois de realizado, não tem volta e o paciente para sempre vai precisar dessas lentes”, diz o profissional.

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De acordo com o profissional, para que não haja um desgaste tão significativo aos dentes o melhor a se fazer é avaliar antes com um ortodontista, se os mesmos estão na melhor posição para se colocar lentes de contato. “Dentes melhor posicionados não geram tanto desgaste, ou seja, é preciso que estejam no mínimo razoavelmente alinhados para que o tratamento dê certo”.

Para o sucesso do procedimento é necessário escolher com cuidado o profissional, já que a técnica está sujeita à qualidade de materiais e ao talento artístico do técnico laboratorial. “Os procedimentos mal conduzidos são os mais propensos às falhas, que podem acarretar desde problemas na interface de cimentação, traumas e desajuste oclusal”, alerta.

Além disso o profissional alerta que é preciso estar atento a boa higienização bucal e que as visitas periódicas ao dentista não devem acabar depois da colocação das lentes. “É necessário evitar maus hábitos como de roer as unhas, assim como evitar morder ou tentar abrir objetos”.

Quanto tempo dura?
O tempo é relativo, e depende de fatores que variam de paciente para paciente. “É preciso estar ciente de que a boa higienização e o abandono de hábitos ruins são primordiais para a durabilidade das facetas, pois apesar de serem feitas com material resistente, a cooperação do paciente é imprescindível”, aponta.

Créditos – Foto: MF Press Global

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