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Coluna da Célia Lima

Priscilla Alcântara canta sobre Deus, mas rejeita ser gospel

Priscilla: ela é como um pequeno furacão. Fala e anda rápido demais. E vai “puxando” para si um monte de gente. É amiga de Bruna Marquezine e de Maísa Silva. Comenta com o mesmo tom sobre amigas famosos, “amigas de fé” e fãs.

“Eu não me considero uma cantora gospel. O que seria isso? Uma pessoa que só canta o quê? Não tenho preconceito com o termo, é mercadológico, mas a minha arte vai muito mais além.”

Ela se diz cantora pop. Em seu álbum mais recente, de novembro passado, foi criticada por parte do fã-clube evangélico, que sentiu falta de Deus em suas letras.

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“Sei onde quero chegar com minha música. Eu quis ampliar minha comunicação e falar não só com cristãos. Tem algo que se chama graça comum, que está sobre o cristão e o não cristão. Somos ligados pela nossa humanidade.”

Ela não quer, por exemplo, falar muito sobre as igrejas evangélicas no Brasil. “Jesus tem, sim, sido bem representado, mas tem uma parte do fã-clube que dá umas mancadas.”

“Não tem como generalizar, eu gosto de focar naquilo é bom. Em tudo aquilo que você procurar, vai ter defeito, uma parte ruim, uma parte um pouquinho mais estragada. Assim como outras coisas, a igreja no Brasil tem seus defeitos, mas também existem pessoas que têm representado Cristo de uma maneira excelente.”

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