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Coluna da Mandela

Filme nacional ‘O Último Jogo’ é tema de live nas redes do Museu do Futebol

Se um jogo entre Brasil e Argentina é sempre caso de vida ou morte, imagine quando os rivais são, além de tudo, vizinhos de fronteira. Este é o ponto de partida de O ÚLTIMO JOGO, filme nacional com estreia marcada para 11 de março nos cinemas brasileiros, estreia na ficção do diretor Roberto Studart. Para falar dos desafios da produção, ele conversa nesta segunda-feira (1º/3) com o criador do CINEfoot, Antonio Leal, em um bate-papo promovido em parceria pelo Museu do Futebol, a distribuidora Pandora Filmes e o próprio CINEfoot. A conversa acontece nas redes sociais a partir das 20h.

Localizado sob as arquibancadas do estádio do Pacaembu, o Museu do Futebol é uma instituição da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo.

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Antes do bate-papo, a Pandora filme vai liberar 130 acessos para assistir ao filme pela internet em primeira mão. A promoção será feita pelas redes sociais do Museu do Futebol e do CINEfoot.

No filme, a cidade de Belezura vive da indústria moveleira, mas sua única fábrica está prestes a fechar e todos perderão o emprego. Boa parte do time de futebol trabalha lá. A partida contra os arquirrivais argentinos seria a única chance dos moradores terem uma grande alegria, mas a equipe não vai nada bem e, se nos próximos dias não aparecer um craque, estará perdida. A chegada de um forasteiro, conhecido como ‘O Fantasista’ (Bruno Belarmino), muda tudo. Ele é um craque com a bola no pé, mas ele e sua mulher (Betty Barco) precisam ser convencidos a ficarem até o dia do jogo. Para isso, os moradores inventam uma série de mentiras.

Um dos grandes desafios de um filme como este é dar realidade às cenas de jogo, o que Studart conseguiu escalando um elenco de atores bons de bola e figurantes idem, recrutados entre os times de várzea das cidadezinhas em que a produção foi filmada. “Existe um surrealismo no humor desse filme e buscávamos algumas características muito específicas no elenco. Não foi fácil. Alguns personagens precisavam jogar bola, caso contrário, as filmagens seriam um inferno, pelo pouco tempo que tínhamos. É claro que no Brasil isso não é exatamente um problema”, diz o diretor.

O resultado são cenas vigorosas, que traduzem a tensão da rivalidade sul-americana com o jogo pegado e cheio de contato físico que costuma marcar as partidas entre Brasil e Argentina.

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