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Coluna da Mandela

Os 9 filmes favoritos de Guilherme Hamacek

 

Ao longo de sua carreira, Guilherme Hamacek já se provou um artista talentoso e plural. Com 27 anos e uma trajetória invejável, o ator se mostra um camaleão em frente às câmeras – e está se preparando para mostrar todo o seu potencial por trás delas também. Após dominar a programação da Rede Globo com o reprise de Malhação Sonhos e Amor de Mãe, Hamacek está aproveitando o tempo em isolamento para estudar e dar mais um passo em sua carreira, se tornando diretor.

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Se formando em Artes Cênicas, Guilherme já se prepara para começar uma pós graduação focada em cinema. “Eu adoro editar, então por hobby faço uns vídeos para mim mesmo e adoro ver os filmes e séries pensando ‘porque as cenas estão nessa ordem?’ revela o ator, que já tem focado seus olhares na direção e durante a pandemia realizou um curso de direção de luz.

Quando questionado sobre suas maiores referências em direção, ele responde facilmente que é Tarantino, “na minha opinião, a maior referência contemporânea. Ele faz parte do meu processo de se apaixonar pelo cinema, a ousadia misturada com elegância dele fez nascer grandes obras primas” revela.

Entretanto, esse não é o único diretor no qual Guilherme se inspira. Ari Aster (diretor de Midsommar e Hereditário) também está em sua lista de referências, “mais jovem, ele faz filmes de terror muito bons, profundos que dizem muito além dos sustos” revela. “Em parceria com Pawel Pogorzelski seu atual diretor de fotografia, conversam com o espectador em vários níveis de percepção, essa exatidão e planejamento deram a eles um lugar garantido nas minhas referências”.

Confira os 9 filmes favoritos de Guilherme Hamacek e prepara a pipoca! 

Pulp Fiction: “É um filme com muitos protagonistas, acho que foi o primeiro que vi nesse estilo, onde a história vai para vários lugares diferentes para depois tudo se entrelaçar. Um dos melhores roteiros na minha opinião. Esse me marcou mais”.

Whiplash: “Nunca pensei que ia sentir tanta adrenalina num filme sobre bateristas, instrumento no qual eu tenho zero conhecimento. Mas existe um ritmo tão intenso no filme, uma espécie de pulsação que me marcou muito”.

Tropa de Elite: “A forma como o filme popularizou o cinema foi muito importante para a minha escolha de ser ator, foi um filme brasileiro que chegou em mim quando era crianças e até hoje eu assisto. Na minha cabeça depois que vi Tropa de Elite entendi que é possível fazer filmes brasileiros incríveis de maneira popular.”.

O Iluminado: “Um terror clássico, eu amo terror e apesar de hoje eu não achar esse um filme tão divertido de assistir, tenho a consciência do quanto Kubrick contribuiu para a evolução do gênero”.

Coringa: “Acho importante humanizarmos e aproximarmos os vilões de nossas próprias vidas, é incrível o quanto me reconheci no personagem e o quanto é comum essa tal loucura”.

Bacurau: “Esse filme elevou o nível, misturou atores internacionais com brasileiros e não atores também. O roteiro é uma metáfora muito atual de exploração”.

Midsommar: “Um terror cheio de luz, sem aquela obviedade sombria mas com uma potência aterrorizante. Acho legal quando a proposta do filme é sair do comum, quando fiquei sabendo que era um filme de terror com claridade fui assistir correndo”.

Oldboy: “Um filme de ação coreano incrível se não me engano baseado num mangá. O roteiro é inacreditável, na hora da virada deixa a gente desnorteado. Amo esse filme”.

Hereditário: “Na minha opinião é o melhor filme de terror, em questão de roteiro, atuações, as atuações são impecáveis e imagino que tenham sido muito difíceis de fazer. Esse é o meu favorito”.

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