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Coluna do Udes Filho

A debiloide Sara Winter, o racismo encubado e a Ku Klux Klan brasileira

Com passos marcados, como soldados, os presentes no ato gritavam “ahu”, expressão que vem se tornando comum entre grupos de extrema-direita ao redor do mundo.

Sara Winter, na madrugada deste domingo (31), liderou um pequeno bando de babacas, em um protesto ridículo, em frente ao prédio do STF em Brasília.

Winter protagoniza um dos episódios mais lamentáveis da historia moderna do Brasil, com os seus “300” debiloides armados (segundo ela mesma), mascarados e de tochas em punho, numa clara alusão a uma marcha da Ku Klux Klan (KKK), grupo supremacista estadunidense que ficou famoso por perseguir, espancar, queimar, matar negros. Ridículos, ela e seus seguidores!

Reprodução da internet

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Com passos marcados, como soldados, os presentes no ato gritavam “ahu”, expressão que vem se tornando comum entre grupos de extrema-direita ao redor do mundo.

Os imbecis e sua chefe Sara Winter, usaram o Instagram, para justificar o uso das tochas , que seria, segundo a versão deles, para “provar que todo poder emana do povo”.

Fica evidente que a debiloide Sara Winter busca notoriedade, ela quer ser presa, faz de tudo para ser presa, para se tornar uma espécie de mártir em uma revolução dos imbecis.

Após ser alvo da operação da PF no inquérito das fake News, Sara Winter fez novas ameaças a Alexadre de Moraes e, inclusive, desafiou o ministro a prendê-la. Ontem, sábado (30), Moraes remeteu o caso de Winter para a primeira instância e ela será investigada agora pela Procuradoria da República no Distrito Federal.

QUEM É A DEBILOIDE SARA WINTER?

 

Sara Winter é youtuber, tem 27 anos, se rotula como “ex-feminista” e é filiada ao Democratas. Ela chegou até mesmo ser candidata a deputada federal do Rio de Janeiro, mas não conseguiu se eleger no pleito de 2018.

Sara foi fundadora da variante brasileira do Femen, grupo feminista que protesta contra pautas como sexismo, homofobia, racismo e turismo sexual, mas após a segunda metade de 2013 atuou em um grupo próprio chamado BastardXS.

Em 2015, começou a participar de um grupo chamado “Pró-Mulher” e, desde então, começou a militar contra as pautas que defendia anteriormente. Principalmente sobre a construção social dos gêneros, feminismo e aborto.

Sara é uma das principais militantes em questões de políticas de direita e conservadoras ligadas às mulheres.

Em 2019, ela chegou a ser coordenadora de políticas de maternidade do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do governo Bolsonaro.

Em seu site oficial, Sara se diz ser palestrante e escritora que “militava contra o cristianismo, em favor da homossexualidade e do aborto”. A militante sofreu um aborto e por isso alega que “se converteu ao cristianismo e escreveu seu primeiro livro, no qual narra os bastidores e os fatos pouco conhecidos do feminismo no Brasil”.

 

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